









Al?�m disso, somos individualmente o produto de for?�as que n?�o escolhemos e que mal compreendemos. N?�o escolhemos nossos pais nem a ?�poca em que nascemos, e assim recebemos uma determinada heran?�a gen?�tica sobre a qual n?�o temos controle algum, mas que, at?� um ponto significante, tem controle sobre n?�s. Essa heran?�a determina, em parte, as doen?�as a que somos suscet?�veis e os limites de nossas capacidades intelectuais, atl?�ticas e morais. Talvez n?�o totalmente, mas o suficiente. Nascemos num ambiente que vai preencher o pouco espa?�o que sobra do que foi determinado geneticamente, um ambiente que, novamente, n?�o escolhemos e sobre o qual mal temos controle, pelo menos durante nossos anos de forma?�?�o. A maneira como somos e aquilo que fazemos s?�o resultados de nossos genes e nosso ambiente, que, juntos, exercem em n?�s uma influ??ncia que compreendemos de forma bastante nebulosa. Era isso que os fil?�sofos existencialistas, com Jean-Paul Sartre, por exemplo, queriam dizer quando afirmavam que somos jogados no mundo.
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